Alexandre Spiguel

 

Alexandre Spiguel possui uma formação eclética. Desde os 9 anos aprendeu de forma autodidata a tocar flauta, violão e contra-baixo elétrico e acústico. Montou sua própria banda, tendo feito apresentações em clubes no Rio e cidades adjacentes. Trabalhou no Banco do Brasil dos 14 aos 18 anos, quando cumpriu o serviço militar no Exército. Foi voluntário para Brigada de Pára-quedistas do Exército Brasileiro, com treinamento em combate e sobrevivência na selva, tendo se destacado como líder em sua tropa. Ao dar baixa do Exército, queria ser mergulhador e foi para a Marinha estudar, tendo se graduado nos cursos de mergulho autônomo, mergulho dependente, corte e solda submarina, demolições submarinas e fotografia submarina. Aos 24 anos percebeu que em todas estas atividades sempre se identificava com a administração das pessoas e dos recursos materiais existentes. Graduou-se em Administração de Empresas pela na PUC-Rio, onde participou do “Projeto Favela Limpa” com bolsa do CNPq e do IV Seminário de Iniciação Científica da PUC-Rio com o projeto Suporte Gerencial e Administrativo do Programa para Limpeza Urbana Em Favelas Cariocas – editado no livro Projetos do Programa de Iniciação Científica 95/96, e despertando sua consciência para o aspecto da responsabilidade social, inerente à atividade do administrador de empresas. Foi também coordenador de eventos esportivos do Diretório Central dos Estudantes da PUC-Rio, realizando vários eventos de cunho social e ecológico, como o Campeonato de Futsal Beneficente, Projeto “Calce esta idéia” e Projeto “Caminhadas Ecológicas”. Atuou também como monitor de marketing da graduação em Administração de Empresas da PUC-Rio. Realizou diversos estágios nas áreas financeiras, contábeis, marketing de serviços e gestão de serviços de saúde. Graduou-se em julho de 2001. Provavelmente influenciado pelo significado de seu nome (Alexandre = defensor da humanidade) sempre se interessou pelas questões que envolviam o bem-estar humano, especialmente dos mais desamparados, o que o levou a participar como colaborador voluntário e instituições como a AFDM – Associação de Amigos e Familiares dos Doentes Mentais do Brasil, onde atuava como consultor em matérias de administração.

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